BIOGRAFIA


Eduardo Pitta iniciou sua carreira profissional em 1998 em uma banda que montou com amigos da escola. O sucesso do grupo adolescente o fez abandonar a faculdade de engenharia e optar pela carreira musical. A banda Se Ativa teve forte projeção na região sul do país e manteve uma agenda intensa de shows, além de participar de aberturas de shows de estrelas como Jorge Aragão, Ivete Sangalo, Gilberto Gil e muitos outros. Foram três discos gravados: “Pra ficar legal” em 2001 (Som Livre/RBS Discos), “Cuidado” em 2003 (Orbeat Music) e “Se Ativa Ao Vivo” em 2005 (Acit).

Em 2006 Eduardo saiu do grupo e foi viver em São Paulo. Estudou piano, harmonia e canto coral na escola Souza Lima. Foi aluno da Universidade Livre de Música, a ULM, no curso de Canto Popular. Acompanhando-se ao violão ou em formação de trio apresentou-se em casas noturnas da capital paulista, destacando o clássico Bar Brahma e o bar Ao Vivo, em Moema, também fez shows em Berlim e Munique na Alemanha.

Teve suas primeiras composições gravadas por outros artistas. A cantora Rita Gullo grava "Espelho" de Alexandre Mello e Pitta, a gaúcha Cristiana Pretto grava “Pra sempre com você” parceria com Enzo Munari, e Aretha Marcos escolheu ”Em cima do morro” de Pitta, Sissi Abreu e Pedro Furtado, e “Escada abaixo” também com Alexandre Mello.


Em 2007 vai para estúdio buscar sua primeira gravação como cantor solo, um EP, o demo "Beco das Garrafas" que produzido com Lucio Dorfmann em Porto Alegre. Este material não foi lançado na época mas hoje está disponível nas plataformas digitais.

No ano seguinte apresenta o show “Eu Sambo Mesmo” produzido por Mário Lopes no teatro Crisantempo em São Paulo. Acompanhado pelo o Regional Lua de Prata, o show teve produção musical de Lua Lafaiette, e participação especial do veterano José Domingos.

A curiosidade por novas aventuras na música levou Pitta para o Rio de Janeiro em 2009. Foi morar em Santa Tereza na casa de um grande parceiro musical, o pernambucano Esdras Bedai. Juntos realizaram o projeto ”OSTABA” que gerou o álbum “Retropicalia”, produzido pela dupla e Regis Leal, gravado no estúdio Companhia dos Técnicos em Copacabana e lançado digitalmente. O trabalho contou com participações de Edu Krieger, Toni Ferreira e Dado Dolabella.

Em 2013 a cantora Vanessa Longoni grava a canção ”Painho cuspiu”, parceria de Pitta e Alexandre Mello, em seu disco “Canção para voar”, produzido por Antônio Villeroy e seu irmão Gastão Villeroy. A mineira Janaína Moreno também passa a ser sua intérprete com “Escada Abaixo”.

De volta a Porto Alegre, ao lado de um grande amigo, o músico e diretor de arte Marcelo Monegal, inicia despretensiosamente um novo projeto. A idéia era produzir vídeos minimalistas com composições próprias em formato voz e violão para o Youtube. Este laboratório acabou sendo a pré produção de um CD e DVD. "Pra Relaxar" foi então gravado no Estúdio Soma, com direção geral de Marcelo que teve a ideia de colocar um público dentro do estúdio, um belo cenário no clima de sarau. O resultado foi publicado física e digitalmente pelo selo da Monegal Imagem Digital e teve show de lançamento no Teatro Renascença na capital gaúcha.

O show “Pra Relaxar” foi apresentado em diversos lugares com destaque para abertura dos shows de Julieta Venegas (Araujo Viana) e Seu Jorge (Pepsi On Stage) e no Teatro Ipanema no Rio de Janeiro. Participou também do projeto da web Sofar.

Em 2016 é convidado a participar do CD/DVD "Inéditas de Adoniran Barbosa na voz de grandes artistas". Eduardo interpreta a faixa “Ninguém pode negar” na coletânea que traz no elenco nomes como Ney Matogrosso, Criolo, Fernanda Takai e Lyniker. Pelo selo Dafne Music tem a distribuição da Gravadora Eldorado está disponível nas lojas e digitalmente.

Em 2017 lança digitalmente o EP “Pé no samba”. O projeto com 05 musicas foi gravado no estúdio Grita Music, produzido por Henri Lentino e Pitta. Em 3 das cinco composições Eduardo conta com o parceiro poeta e músico Duda Fortuna. Duda, amigo das antigas, é autor da letra que dá nome ao trabalho: “Pé no samba” e parceiro em “Palavra” e “O prato rachou”. Nas outras duas canções, “É o que há” e “Mentira” reaparece o co-autor Alexandre Mello.